Breath of Fire 3: finale

Gringo code is JUMBO FRANCISCO

   O Black Ship na verdade tem poucas áreas a serem exploradas. Na parte com o guindaste há um ponto que sempre faz o Emurayden travar, fui obrigado a resetar mas nesse momento eu já estava preparado e fiz um save antes. Porém, esse save estava travando assim que terminava de carregar. Ou seja, estava completamente preso e a única saída aparente seria começar o jogo de novo. Se esse fosse o único jeito eu teria sinceramente desistido de jogar. Depois pensei em usar a cópia do Memory Card, sempre copio-o de tempos em tempos. Isso me faria voltar um bocado mas seria melhor do que começar de novo. Felizmente nada disso foi necessário pois descobri como passar da trava. Chegamos à ponte e somente Momo é capaz de entender os controles. Alguém da produção do jogo devia gostar MUITO da Momo, não é a primeira e nem a segunda vez que sou obrigado a usá-la. O que é meio chato já que Momo é o personagem que eu definitivamente não quero mais usar. Já sei que vou ficar com Peco mas não decidi qual será o terceiro boneco. Garr é forte e equilibrado, Rei é rápido e tem Weretiger mas defesas baixas, Nina é a única que tem mágica e é ligeira mas é muito fraca no resto. Provavelmente vou levar Garr mas ainda não está acertado. Agora que Momo descobriu como funciona o painel, tenho que jogar mais um mini-game chato e estúpido. Devo descer o elevador, ver que número aparece no Boost Counter e avisar Momo quando o mesmo chegar a 100. Ele continua contando enquanto ando mas na verdade é bem fácil pois ele ainda bipa cada vez que conta. Me parece que não precisa ser exatamente 100 pois perdi a conta no meio do caminho mas acertei de primeira. Ficamos no aguardo do navio chegar. Um alarme soa, há algo na proa. Vamos averiguar e nos deparamos com os Ammonites. Nada amigáveis. É possível dar uns passos para trás de modo que as defesas automáticas do navio te ajudam na batalha mas me embananei rapidinho e não tive ajuda. Quase morri.  No outro continente, atraco em Kombinet. Nesta cidade os cidadãos usam os robôs para carregar os navios com peças de máquinas. A área nestas bandas são muito áridas, suas poucas árvores são secas feito rochas. Adiante há uma bosque de Yggdrasil onde encontro o gene Trance. Ao norte chego num local chamado Colony. É uma construção que lembra Angel Tower, exceto que está bem surrada e com uma antena girando em seu centro. Um dos personagens fica imaginando o que poderia ser isto e sugere que Momo poderia descobrir. Viu do que estou falando? Momo de novo. Ela descobre como a engenhoca funciona, é um teletransporte feito o do castelo de Wyndia. Primeiro é preciso ativá-lo usando uns refletores para que o raio de energia atinja o motor. Nesta sala ainda pego o gene Failure. O aparato nos leva pra Urkan Tapa de novo! Todo esse trabalho para cruzar o mar em vão. Deve haver um jeito e fazê-lo funcionar ao contrário. Subo até o topo da antena e reabilito o transporte. Agora posso viajar para diversos lugares: Colony, Dragnier, Container Yard e Relay Point B (estou no A). Container Yard é um pequeno depósito que contém o gene Radiance. Relay Point B é no subsolo de Wyndia e de lá pode-se ir ir para Dauna Region, Yrall Region, Wyndia e Relay Point A. Dauna region dá embaixo da casa do mestre Emitai; Yrall Region no subsolo de uma cabana entre o vale que dá acesso a Ogre Road e McNeil; Wyndia leva à casa de Durandal, atrás do castelo.
   Dragnier é a cidade onde os últimos membros da Brood vivem reclusos. Ao ver pessoas saindo da sala do teletransporte, eles fazem uma grande festa. O patriarca explica que, há muitos anos, para fugir da guerra, eles abandonaram seus poderes e se esconderam. Aqueles que não o fizeram ou morreram ou se esconderam embaixo da terra. Os heróis comem o banquete e dormem. Não dá pra negar que existe um clima estranho em torno de Garr. É esquisito que o príncipe dragão, Ryu, tenha trazido consigo o inimigo jurado da Brood. No dia seguinte, o patriarca diz que o ancião da vila quer ver Ryu. Esse é um cara muito muito velho que ainda se lembra da grande guerra. Um pouco de lição de história sobre a luta entre Myria e a Brood, que vem acontecendo desde sempre. Ele fala com Ryu, Garr e Nina. Depois quer falar com Ryu de novo. A batalha contra chefe aqui se torna bastante óbvia então saio pra treinar um pouco. A oeste de Dragnier há a Factory. Um monte de rampas do lado de fora e tecnologia do lado de dentro. Não é nada complicado mas tem uns inimigos bem chatos, principalmente o EggGang. Esse carinha pode te transformar num ovo, o que te deixa inutilizado. Dá pra reverter com Remedy ou Panacea mas vindo dois deles na mesma equipe inimiga pode ser muita encrenca. Se todos os seus virarem ovos é Game Over pois o status não some sozinho. Pelo menos você recupera todo o HP e AP se você for um ovo ao acabar a luta. Imagino se isso foi proposital. Do outro lado da Factory há um deserto que não posso atravessar no momento então vamos voltar e confrontar o Elder.
   Ele fala a Ryu que há muito espera o dia em que chegaria alguém para o qual ele deveria entregar o poder da Brood que vem guardando. Ele convida Ryu a tomá-lo dele. Nesta luta, Ryu não pode virar dragão devido às paredes do local, que são reforçadas com uma força mágica que inibe os poderes da Brood a fim de que Myria não os encontre. Contradizendo isso, o Elder vira um dragão sem tamanho pra me bater. Ele tem um força física enorme e magias bem grosseiras mas venço-o sem muitos problemas. Em seu último suspiro, ele diz a Ryu que agora terá todo o poder da Brood, o poder que Myria tem razão em temer. O Elder desaparece deixando o último gene, Infinity. O patriarca nos diz que devemos cruzar o deserto ao norte para chegar a Myria.
   Um cara chamado Horis nos guia por lá. Para andar sem se perder é preciso seguir bem as estrelas. De vez em quando tenho que tomar água e sempre que for dia devo acampar para poupar forças. Se por acaso me perder posso usar o rakda (um animal feito um camelo) para voltar ao ponto de partida. Lá pelas tantas, a equipe decide subir num morrinho para ter uma vista melhor das redondezas. Acontece que esse morro é Manmo. Lá vem um chefe. Que só chateia por causa do Howling, ataque que causa confusão em todos. Ele parece muito o Mammoth de BoF2. Depois dele, Nina sofre de insolação e não poderemos prosseguir com ela nesse estado. Num raro momento de muita macheza, Ryu mata o rakda. Sua carne tem umas propriedades legais ao que parece. Nina melhora e chegamos feito um caco no Oasis. Os habitantes nos dão abrigo e comida. Não sabem nada de Deus mas sabem que há uma cidade abandonada próxima ao Oasis: Caer Xhan.
   Caer Xhan tem uma aparência futurista, porém em ruínas. Não há uma alma viva exceto pelos dois robôs que administram a Item e Weapon Shops. Exceto que robôs não estão "vivos". Bleh. Seguimos em frente até ativarmos um elevador. Uma sirene soa solicitando o embarque para Myria Station. Estranho pois o nome de quem procuramos é Myria também. Os trilhos do elevador nos levam bem alto para Myria Station, num lugar onde há inimigos muito mais fortes. Passeio pra lá e pra cá até me deparar com uma câmara de gás onde dorme um bichão. Deixo ele pra depois e vou explorar o resto dos corredores. Há mais outro lugar para ir mas está bloqueado por uma planta que Ryu não consegue cortar. Volto pro bichão. Um dos personagens nota que há um cartão de acesso próximo à besta. Desligamos o gás e tentamos agarrar o cartão sem ser vistos. É, adivinha…o chefe se chama Chimera. Tem bastante HP mas fica nisso. Pego o elevador que ele bloqueava e ando até avistar baús atrás de uma porta trancada. Tem que usar Rei para abrir a fechadura. E volta pra caramba pra trocar o boneco. Pelo menos há uma cama com um diário em Myria Station. Entre os itens, há um que permite a Momo destruir plantas. Momo…
   Uma azeitona é o bastante para se livrar das plantas e já pode tirar a Momo se quiser mas tem que deixar Rei para abrir outra fechadura. Adiante pegamos um elevador que que sobe até um campo muito bonito, com árvore, pássaros e flores. Dentro de uma estação de alta tecnologia. Lá fica um cara com um longo cabelo roxo. O mesmo que lhe falou em sua mente quando você derrotou Garr em Angel Tower. Bem óbvio, não? Ele é ninguém menos que Teepo. Ele saúda Ryu e ignora a alegria de Rei em vê-lo vivo. Ele conta que quando foram atacados por Balio e Sunder há 10 anos, ele ainda ferido conseguiu escapar mas se viu transformado num bebê dragão. Foi então que descobriu que ele também era parte da Brood. Teepo foi acolhido por Myria e, naturalmente, enxerga as coisas com os olhos dela. O poder da Brood é, basicamente, forte demais para existir e por isso Myria decidiu extinguir os dragões. Teepo pede que Ryu abandone seus poderes e viva com ele junto à Myria pois somente ela tem a sabedoria e o direito de governar o planeta. Ryu recusa. Teepo se irrita e fala que vai obrigar Ryu a desistir de seus poderes. Ele usa uma mágica que prende Ryu dentro de sua própria mente. Uma voz diz que ele não conhece de verdade seus amigos e suas razões para ajudá-lo. Ryu acha o caminho no meio do escuro, encontrando seus amigos e ouvindo o que eles pensam e porque estão lá, inclusive ele mesmo. Essa parte lembra muuuuuuuuuito Breath of Fire 2 quando Ryu precisa sacrificar um amigo para adquirir o Anfini. Bem, após falar com todos Ryu é confrontado por Teepo. Ele ainda não vai entregar seus poderes. Teepo se enfurece e vai embora, deixando um monstro para se livrar de Ryu. Arwan é um chefe bem fácil. Ryu escapa e volta para a área anterior. Teepo está muito decepcionado, não queria que chegasse a esse ponto. Diz que ele não morreria mas somente ficaria sem poderes. Já que é assim, no entanto, ele não tem escolha a não ser matar Ryu. O jogo deixa você escolher sua equipe de novo (ainda bem!) e entra o Dragon Lord. Parece que a maioria das pessoas condordam que este chefe é bem dificíl mas pra ser honesto achei bem fácil. Talve seja porque eu esteja num nível mais alto do que o esperado nesta área para um primeiro playthrough. Em seu último suspiro, Teepo ainda dá razão à Myria mas deixa Ryu saber que tudo o que ele queria era voltar para quando eram só eles dois e Rei. Nenhuma comoção por parte de ninguém pela morte dele :(
   Pegamos o cartão de identificação para a próxima área de Myria Station que Teepo deixou cair. Mais inimigos novos aqui. Passando pelos corredores, chegamos numa área onde muitos chefes antigos reaparecem, às vezes multiplicados. Três Nue, Angler, dois Ammonite, três Stallion, entre outros. Descemos uma escada que dá num corredor selado por uma enorme porta. Honey toma a dianteira e abre o portão. Parece que ela é um dos robôs guias da estação e por isso tem livre acesso. Pegamos um elevador e descemos vários andares, o que é bem parvo já que pra chegar aqui pegamos um elevador que subiu quase até o céu. No corredor, uma mulher nos recebe dizendo que serve à deusa e que a mesma nos aguarda. Atravessando a última área, sou lembrado pelas outras servas e por computadores de que Myria só queria se certificar que o mundo seguisse um rumo seguro e de como ela sempre protegeu o planeta da criação de máquinas perigosas, de armas e, claro, da Brood. Chegamos a ela. Depois de conversar, Myria dá a Ryu a opção de desistir de seus poderes e deixar o mundo aos seus cuidados ou não. Escolher a primeira opção resulta no final ruim. Que por sinal é bem ruim. Ou você pode levantar sua espada e enfrentar Myria. Bem, está é a última luta e devo dizer que foi DECEPCIONANTE. Myria é escrotamente fácil. Ela tem todas as magias mais fortes do jogo, como Myollnir e Sirocco, bem como Sanctuary. Evil Eye é chatinho pois causa paralizia mas a mágica mais pentelha é mesmo Venom, que causa confusão, cegueira e veneno em todos. Ela também tem muito HP mas com Ryu morfado em Kaiser tacando Shadowalk direto foi até rápido. Hora de se recostar e apreciar o final bom. Que é uma grande porcaria também…epa peraí…essa música de encerramento é foda! Finalmente uma música memorável nesse jogo…
   Agora é salvar e me preparar para Breath of Fire IV.

 

——————- JUMBO FRANCISCO ————————

   The Black Ship has actually few areas to be explored. In the part with the crane there is a spot that always makes Emurayden freeze, I was forced to reset but at this point I was already prepared and made a save before. However, this save was freezing right after loading. That is, I was completely stuck and the only apparent exit was restarting the game. If that was the only way I would have sincerely given up. I thought later in using the copy of the Memory Card, I aways make a copy from time to time. This would make me backtrack a lot but it would be better than starting over. Thankfully it wasn’t necessary since I figured how to bypass the freeze. We get to the bridge and only Momo is able to understand the controls. Someone in the game’s development must like Momo A LOT, this isn’t the first nor the second time I am forced to use her. Which is slightly sucky because Momo is a character I definitely don’t want to use. I know I want to use Peco but haven’t decided on the third. Garr is strong and balanced, Rei is quick and has Weretiger but has low defenses, Nina is the only one whom has magic and is speedy but is very weak in everything else. I’ll probably take Garr but it still not decided. Now that Momo figured how the panel works, I have to play yet another boring and stupid mini-game. I have to take the lift down, see what number is shown on the Boost Counter and warn Momo when it gets to 100. It keeps counting while I walk but it is actually easy because it still beeps for every count. It seems it doesn’t need to be exactly 100 because I lost count in the middle but got it first try. We wait for the ship to arrive. An alarm rings, there is something in the nose. We go to check it out and stumble upon the Ammonites. Not friendly. You can take some steps back and have the ship’s turrets help in the battle but I messed it pretty quickly and didn’t have help. Almost died.
  At the other continent, I dock in Kombinet. In this city the people use robots to load ships with machinery pieces. The area in this land is very arid, its few trees are dry as rock. Ahead there is an Yggdrasil grove where I find the Trance gene. To the north I come to a place called Colony. It is a building that resembles Angel Tower, except it is very battered and there is an antenna spining at its center. One of the characters wonders what could it be and suggests Momo might find out. See what I am talking about? Momo again. She figures the machine, it is a teletransport like the one in Wyndia castle. I need to activate it using some reflectors first so an energy beam reaches the engine. In this room I also pick up the Failure gene. The machine takes us back to Urkan Tapa! All that work to cross the sea in vain. There must be a way to make it work backwards. I climb to the top of the antenna and turn the transport back on. Now I can travel to many places: Colony, Dragnier, Container Yard and Relay Point B (I am on A). Container Yard is a small depot that holds the Radiance gene. Relay Point B is the underground of Wyndia and from there I can go to Dauna Region, Yrall Region, Wyndia and Relay Point A. Dauna region leaves you under the master Emitai’s house; Yrall Region in the basement of a cottage between McNeil and the valley that leads to Ogre Road; Wyndia takes you to Durandal’s house, behind the castle.
   Dragnier is the city where the last members of the Brood live recluse. Upon seeing people exiting the teletransport room, they put up a great party. The patriarch explains that, many years ago, to flee from the war, they gave up their powers and hid. Those who didn’t either died or burrowed underground. The heroes eat the banquet and sleep. You cannot deny there is a strange atmosphere around Garr. Weird that the dragon prince, Ryu, have brought with him the sworn enemy of the Brood. On the next day, the patriarch warns Ryu the Elder wants to have a word with him. He is an very old guy whom still remembers the great war. A little history lesson on the clash between Myria and the Brood, which has been happening since always. He talks to Ryu, Garr and Nina. Then he wants to talk to Ryu again. The boss battle here becomes quite obvious so I exit to train a little. To west of Dragnier there is the Factory. A bunch of ramps outside and technology inside. It is not complicated but has some nasty enemies, starting with the EggGang. This little duder can turn you into an egg, rendering you nuliffied. You can revert it with Remedy or Panacea but coming two of them in the same enemy party can be very troublesome. If everyone become an egg it is Game Over since the status doesn’t wear off. At least you recover all HP and AP if you’re an egg upon the end of the fight. I wonder if it was on purpose. On the other side of the Factory lies a desert I can’t tresspass at the moment so let us go back and confront the Elder.
   He says to Ryu that he has longed for the day in which would come someone to whom he should bestow the power of the Brood he bears. He invites Ryu to take it from him. In this fight, Ryu can’t turn into a dragon because of the place’s walls are enforced with a magical force that inhibits the powers of the Brood so Myria doesn’t find them. Contradicting that, the Elder morphs into an huge dragon to beat me up. He possess a great physical strenght and some pretty gross spells but I best him without much problems. In his last gasp, he tells Ryu that he now will have all the power of the Brood, the power Myria is right to fear. The Elder vanishes leaving the last gene, Infinity. The patriarch tells we have to cross the desert to get to Myria.
   A man named Horis guides us there. To walk without geting lost I need to follow the stars well. Once in a while I have to have some water and whenever it is day I must camp to save my strenght. If I get lost I may use the rakda (an animal akin to camels) to return to the starting point. Down the road the team decides to climb a hill as to have a better view of the area. The hill happens to be Manmo. Here comes a boss. Whom only annoys because of Howling, an attack that causes confusion in everyone. He closely resembles BoF2’s Mammoth. After him, Nina falls to insolation meaning we cannot proceed with her in this condition. In a rare moment of true manlyness, Ryu slays the rakda. Its meat has some cool properties it seems. Nina recovers a little and we tatteredly arrive in Oasis. The locals give us shelter and food. They know naught about God but know there is an abandoned city near Oasis: Caer Xhan.
   Caer Xhan has an futuristic feel, though in ruins. There is no living soul except for the two robots that run the Item and Weapon shops. Except robots aren’t "alive". Bleh. We go onwards until we activate an elevator. An alarm echoes asking the boarding to Myria Station. Strange, the name of whom we seek is also Myria. The rails take us very high to Myria Station, where there are much stronger enemies. We go from here to there and to that other place when we come to a gas chamber where sleeps one big monster. I leave it at that for now and go search the remaining corridors. There is this other place but it is blocked by a plant that Ryu can’t cut. Back to the big monster. One of the characters notices there is a keycard next to the beast. We turn the gas off and try to grab the card without being seen. Yeah, guess…the boss is called Chimera. Has a lot of HP but that’s about it. I ride the elevator it blocked and walk until I can see a chest behind a locked door. You have to use Rei to pick the lock. And backtrack a good deal to change characters. At least there is a bed and a diary in Myria Station. Among the itens, there is one that allows Momo to destroy plants. Momo…
   One bullet is enough to get rid of the plant and you can sub Momo if you want but you have to take Rei to open other lock. Ahead we take an elevator that goes up to a very beautiful field, with trees, birds and flowers. Inside a high technology facility. There stands a guy wiht long, purple hair. The same that beckoned you in your mind after you defeated Garr in Angel Tower. It is pretty obvious, isn’t it? He is no other than Teepo. He greets Ryu and ignores Rei’s joy in seeing him alive. He lets us know that when they were attacked by Balio and Sunder 10 years ago, he still wounded managed to escape but found himself in the body of a baby dragon. That’s when he discovered that him too was part of the Brood. Myria took Teepo in so he naturally sees things behind her lenses. The power of the Brood is, basically, too big to exist so Myria decided to extinguish the dragons. Teepo asks Ryu to give up his powers and live with him along Myria for she is the only to have the wisdom and the right to run the world. Ryu refuses. Teepo becomes mad and will force Ryu to do it. He casts a spell that traps Ryu inside his own mind. A voice says he doesn’t really know his friends and his reasons to help him. Ryu finds his way in the dark, meeting his friends and listening to what they think and why they are there, including himself. This part is veeeeeeeeeery akin Breath of Fire 2 when Ryu needs to sacrifice a friend in order to adquire the Anfini. Well, after talking with everyone Ryu is confronted by Teepo. He still won’t give up his power. Teepo gets furious and leaves a monster to dispose of Ryu. Arwan is a pretty easy boss. Ryu escapes and returns to the previous area. Teepo is very disappointed, he didn’t want it to get to this point. He says Ryu wouldn’t die but only become powerless. But if is that so, however, he has no choice but to kill Ryu. The game lets you choose your party members again (thankfully!) and enters Dragon Lord. It seems that the majority of people agree that this boss is very hard but to be honest I think he is easy. Maybe because I an on a higher level than expected for this area in a first playthrough. In his last breath, Teepo still sides with Myria but lets Ryu know that all he wanted was to go back to when it was just the two of them and Rei. No comotion by anyone over his death :(
   We pick up the key card for the next area of Myria Station that Teepo droped. More new enemies here. Going through the corridors, we arrive in an area in which a lot of old bosses show up, sometimes multiplied. Three Nue, Angler, two Ammonites, three Stallion, among others. We climb down a ladder that leads to a corridor sealed by an enormous door. Honey steps ahead and opens the gate. It seems she is one of the guide robots of the station so she has free access. We take an elevator down several floors, which is very dumb since to come here we took and elevator up almost to the sky. In the corridor, a woman greets us saying she serves the goddess and that she awaits us. Crossing the last area, I am reminded by other serfs and by computers that Myria only wanted to make sure the world followed a safe route and how she always protected it from the creation of dangerous machines, weapons and, of course, the Brood. We reach her. After chating, she gives Ryu the option to abandon his powers and let the world under her care or not. Choosing the first option results in the bad ending. That is very bad. Or you may rise your sword and fight Myria. Well, this is the last battle and I must say it was DISAPOINTING. Myria is mindlessly easy. She has the game’s strongest spells such as Myollnir and Sirocco, also Sanctuary. Evil Eye kind of bugs you because it causes paralysis but the most troublesome spell is certainly Venom, that causes confusion, blindness and poison in everyone. She also has a lot of HP but with Ryu morphed into Kaiser throwing Shadowalk repeatedly it was fast even. Time to lay back and enjoy the good ending. Which sucks too…hey wait a second…the ending music fucking rocks! Finally a memorable tune in this game…
  Now it is time to save and prepare for Breath of Fire IV.

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